Zoólogos do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, anunciaram hoje a descoberta de uma nova espécie de mamífero carnívoro que habita as florestas de altitude da Colômbia e do Equador. É a primeira descoberta do tipo na América em 35 anos.
Com longa cauda, pelo alaranjado, espesso, semelhante à lã, e grandes olhos, o bicho, que parece um cruzamento de ursinho com gato, ganhou o nome de olinguito (Bassaricyon neblina). De acordo com Kristofer Helgen, que descobriu o animal há 10 anos, ele é parente dos guaxinins. Tem cerca de 76 centímetros de comprimento e pesa em torno de 900 gramas.
Em comunicado à imprensa, ele contou que a descoberta, porém, não se deu na floresta, mas ao olhar a coleção do museu de história natural de Chicago. “Eu abri uma gaveta e disse: uau!” Viu que ele estava identificado com uma outra espécie parente, o olingo, mas de cara percebeu que era muito diferente. “Não se parecia com nada que eu já tivesse visto.”
Diário online das aulas de Geografia do Prof. Paulo Roberto, comentários sobre atualidades, notícias do ENEM e dos vestibulares, revisão das principais aulas e muito mais.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Novo mamífero é descoberto na América do Sul
Zoólogos do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, anunciaram hoje a descoberta de uma nova espécie de mamífero carnívoro que habita as florestas de altitude da Colômbia e do Equador. É a primeira descoberta do tipo na América em 35 anos.
Com longa cauda, pelo alaranjado, espesso, semelhante à lã, e grandes olhos, o bicho, que parece um cruzamento de ursinho com gato, ganhou o nome de olinguito (Bassaricyon neblina). De acordo com Kristofer Helgen, que descobriu o animal há 10 anos, ele é parente dos guaxinins. Tem cerca de 76 centímetros de comprimento e pesa em torno de 900 gramas.
Em comunicado à imprensa, ele contou que a descoberta, porém, não se deu na floresta, mas ao olhar a coleção do museu de história natural de Chicago. “Eu abri uma gaveta e disse: uau!” Viu que ele estava identificado com uma outra espécie parente, o olingo, mas de cara percebeu que era muito diferente. “Não se parecia com nada que eu já tivesse visto.”
domingo, 11 de agosto de 2013
Geração nem-nem cresce no Brasil e no Recife
Sicleide Oliveira tem 21 anos. É moradora do Alto do Progresso, em Nova Descoberta, Zona Norte do Recife. Com três filhos, ela parou de estudar na 8ª série. Dedica o dia a cuidar das crianças, com a ajuda da mãe, que vive do auxílio do Bolsa Família. O pai atua na informalidade, faz bicos quando dá, e alguns familiares ajudam a complementar a renda. Sicleide faz parte de um grupo que cresce em todo o mundo e que particularmente vem chamando atenção no Brasil. É a chamada “geração nem-nem”: nem estuda nem trabalha. No País, essas pessoas pertencem principalmente às classes de baixa renda.
Na capital pernambucana, representavam, em junho, 26,6% da população entre 16 e 24 anos. São 145 mil jovens totalmente fora do mercado de trabalho. Há dez anos, esse percentual era de 25,2% (148 mil). A taxa no Recife para o período supera a média de 19,4% observada nas seis localidades pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Além do Recife, também são avaliadas Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Hiroshima lembra 68º aniversário de ataque nuclear
Milhares de pessoas se reuniram nesta terça-feira no Memorial da Paz de Hiroshima para lembrar o 68º aniversário do lançamento da bomba sobre a cidade japonesa, durante a II Guerra Mundial.
Idosos sobreviventes do bombardeio, responsáveis do governo e delegados estrangeiros observaram um minuto de silêncio às 08H15 local (20H15 Brasília), a hora da explosão que converteu a cidade em um inferno nuclear.
O bombardeiro americano batizado de Enola Gay lançou a bomba atômica no dia 6 de agosto de 1945, em uma ação decisiva para acabar com a II Guerra Mundial. O ataque matou 140 mil pessoas até dezembro do mesmo ano.
Três dias após o ataque, outro avião lançou uma bomba nuclear sobre o porto de Nagasaki, matando 70 mil pessoas.
Ainda nesta terça-feira, líderes japoneses batizaram o maior navio de guerra já lançado pelo Japão desde o final da II Guerra, no momento em que o governo em Tóquio toma medidas para ampliar suas forças de defesa diante da preocupação com China e Coreia do Sul.
Atenção para o gabarito da revisão I Semestre - Pré Vestibular Solução em Timbaúba
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domingo, 4 de agosto de 2013
Cidades com piores IDHs do Brasil têm suspeita de corrupção
Melgaço, no Pará; Fernando Falcão, no Maranhão; Atalaia do Norte, no Amazonas; Marajá Lucena, também no Maranhão e Uiramutã, em Roraima. Esses são os piores lugares pra se viver no Brasil.
E sabe o que eles têm em comum, além da pobreza? Suspeitas de corrupção!
De acordo com o estudo divulgado segunda-feira passada pelo programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, Melgaço tem o pior IDH do Brasil. O Índice de Desenvolvimento Humano leva em conta a renda, a educação e expectativa de vida dos moradores.
A educação em Melgaço - que tem cerca de 25 mil habitantes - foi considerada péssima, a pior do Brasil. E no local, não há saneamento básico nem água tratada.
Em 2011, o Ministério Público Federal investigou o repasse de 120 mil reais da Fundação Nacional de Saúde para o ex-prefeito José Rodrigues Viegas implantar um sistema de abastecimento de água no municipio.
De acordo com os procuradores, apenas 25 por cento da obra foram executados.
José Rodrigues Viegas respondia a essa e mais seis ações por improbidade administrativa. Ele foi prefeito entre 2001 e 2008, sempre negou as acusações e morreu no ano passado.
Os herdeiros podem ser obrigados a devolver o dinheiro.
“A grande maioria das nossas ações não foram julgadas. É preciso avançar muito em uma resposta mais rápida pra sociedade, principalmente em relação a recursos públicos”, disse o procurador.
Numacomunidade, quarenta famílias vivem em Palafitas. Uma tubulação no meio do esgoto abastece baldes, de onde os moradores retiram a água para o consumo.
Fernando Falcão, no Maranhão: o segundo pior IDH do Brasil.
A estrada de terra - rodeada de lixo - é o único acesso a Fernando Falcão, que tem cerca de 9000 habitantes.
Francilene tem duas filhas e ganha, em média, 30 reais por mês. “Tem dia que a gente passa como Deus quiser”, relata.
Em 2000, o Governo Federal mandou R$ 583 mil para um programa de geração de renda, que poderia ajudar pessoas como Franciele. Até hoje, o Ministério Público Federal quer saber o que foi feito com o dinheiro. Na época, o prefeito era Zeferino Almeida.
“Nada foi comprovado que eu corrompi esse dinheiro. Saí pobre da prefeitura”, afirma.
Fernando Falcão, no Maranhão: o segundo pior IDH do Brasil.
A estrada de terra - rodeada de lixo - é o único acesso a Fernando Falcão, que tem cerca de 9000 habitantes.
Francilene tem duas filhas e ganha, em média, 30 reais por mês. “Tem dia que a gente passa como Deus quiser”, relata.
Em 2000, o Governo Federal mandou R$ 583 mil para um programa de geração de renda, que poderia ajudar pessoas como Franciele. Até hoje, o Ministério Público Federal quer saber o que foi feito com o dinheiro. Na época, o prefeito era Zeferino Almeida.
“Nada foi comprovado que eu corrompi esse dinheiro. Saí pobre da prefeitura”, afirma.
“A corrupção diminuirá quando houver menos pobreza”, destaca o diretor da Transparência Brasil.
O desenvolvimento traz uma necessidade maior de haver eficiência no gasto público.
Inscrições para vestibular tradicional da UPE começam nesta segunda
s inscrições para o vestibular tradicional da Universidade de Pernambuco (UPE) começam nesta segunda-feira (5) e devem ser feitas exclusivamente pelo site da instituição. Os feras interessados em concorrer a uma das 2.080 vagas têm até o dia 4 de novembro para preencher o cadastro. O investimento é de R$ 110.
Os alunos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CADúnico) podem solicitar a isenção da taxa de inscrição preenchendo o campo Número de Identificação Social (NIS) no formulário eletrônico.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
IBGE divulga relatório sobre expectativa de vida no Brasil
A região Nordeste foi a que registrou o maior crescimento na taxa de expectativa de vida em 30 anos, com aumento de 12,95 anos. É o que mostram números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (2).
Em todas as regiões e estados do país, o IBGE constatou acréscimos na esperança de vida ao nascer. No Brasil, em 2010, a esperança de vida ao nascer no país era de 73 anos, 9 meses e 3 dias, revelando um acréscimo de 11 anos, 2 meses e 27 dias em comparação com 1980, quando o índice era de 62,52 anos.
De acordo com o levantamento, moradores da Região Sul registraram a maior taxa de expectativa de vida, podendo viver até 75,84 anos. Em seguida, vem o Sudeste, com 75,40 anos; na terceira posição está o Centro-Oeste, com 73,64 anos; o Nordeste ficou em quarto, com 71,20 anos e, na última posição, está o Norte, com 70,76 anos.
As informações fazem parte das Tábuas de Mortalidade, que usam dados do Censo de 2010, de estatísticas de óbitos provenientes do Registro Civil e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde referentes a 2010. As tábuas, que são divulgadas todos os anos, foram recalculadas a partir de um recorte regional. Os dados de 2010 por estado foram divulgados pela primeira vez pelo instituto.
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