
Diário online das aulas de Geografia do Prof. Paulo Roberto, comentários sobre atualidades, notícias do ENEM e dos vestibulares, revisão das principais aulas e muito mais.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Novo relatório climático reforça visão de que homem causa aquecimento

Índice de analfabetismo para de cair e fica em 8,7%, diz Pnad

segunda-feira, 23 de setembro de 2013
IBGE abre 300 vagas de nível médio com vagas para Pernambuco e Paraíba
abaixo o link contendo o edital do concurso
http://www.cesgranrio.org.br/concursos/evento.aspx?id=ibge0213
Justiça do PR manda demolir escola novinha construída no lugar errado
Um erro de cálculo pode levar à demolição de uma escola, antes mesmo da inauguração, no interior do Paraná.
Um erro de projeto pode fazer uma escola, que custou R$ 6,5 milhões ir abaixo em Laranjeiras do Sul, no interior do Paraná.
“Um desperdício! Tanto dinheiro que poderia ser investido na Educação, foi gasto lá para depois ser demolido”, reclama estudante Fernanda Rodrigues.
O colégio estadual, que seria inaugurado em 2014, foi feito ao lado de uma rodovia e parte da obra está sobre a área de segurança de 15 metros, onde é proibido construir.
Após denúncia do Dnit, a Justiça determinou a demolição da parte irregular, para garantir a ‘segurança dos usuários da rodovia e dos alunos’.
A partir de um certo ponto, todo o prédio está em área proibida, o problema é que não dá para desfazer só esta parte da construção, porque é ali que estão os pilares da construção. Ou seja, para ficar de acordo com a lei, toda a escola terá de ser demolida.
Daniel Iensen, mestre de obras, lamenta: “É muita coisa para desmanchar. Já faz dois anos que estamos aqui constuindo”.
O governo do estado entrou na Justiça para tentar derrubar a decisão. A Prefeitura de Laranjeiras do Sul também vai recorrer.
“A escola é uma obra importante para nossa região, para o desenvolvimento de Laranjeiras do Sul. Aguardamos uma decisão do Tribunal Regional Federal”, explica a procuradora Andreia Roch.
O colégio ofereceria Ensino Médio, com cursos profissionalizantes. Com a demolição, o maior prejuízo fica com os moradores.
"Nós que temos filhos, que dependemos de melhoria para a cidade, isso é muito triste. Acho que tem que tem que ter um acordo!", diz uma mãe.
A secretaria de infraestrutura do Paraná não informou porque seguiu com a obra mesmo depois de ser notificada pelo do Dnit.
Chuvas em Santa Catarina atingem mais de 20 mil pessoas
As chuvas em Santa Catarina já afetam mais de 20 mil pessoas. Segundo a Defesa Civil, até a manhã de hoje (23), as enchentes atingiam 70 municípios, dos quais seis decretaram situação de emergência: Araquari, Bom Retiro, São José do Cedro, Saltinho, Santa Terezinha do Progresso e Serra Alta. Mais de 4,6 mil casas foram danificadas pela inundações, por destelhamentos, queda de granizo ou deslizamento de terra.
No Vale do Itajaí, um dos municípios mais atingidos é Blumenau, com 12,3 mil pessoas desabrigadas e 281 desalojadas, além de 3,1 mil residências e 1,3 mil estabelecimentos comerciais e industriais afetados pela inundação. A cidade havia se preparado para as enchentes, com 23 abrigos, desligamento preventivo de energia nas ruas próximas do leito do Rio Itajaí-Açu, que banha o município e uma força-tarefa formada por representantes das defesas civis municipal e estadual, do Corpo de Bombeiros, da prefeitura, de escolas e outras instituições.
Entenda como se forma um Tornado
a ocorrência do fenômeno depende de vários fatores. "A formação do tornado depende de uma condição atmosférica intensa e de nuves de tempestade. Existe uma escala que vai de 1 a 5, sendo 5 o extremo, com a velocidade de 400 km/h, que pode até passar disso. Os registros que temos no Brasil são de tornados de categoria 1, ou seja, não tão intensos. Apesar dos registros, é difícil fazer uma previsão de velocidade pelo fenômeno ser muito rápido e difícil de avaliar, explica Fábio.
Dados da meteorologia apontam que São Paulo recebeu uma frente fria vinda do sul do país, que, em contato com a onda de calor que estava sobre o Estado, provocou muita chuva no sul e sudoeste, atingindo a região de Itapeva, Itapetininga e Taquarituba.
A previsão do tempo para o domingo (22) informava sobre a chegada desta frente fria à região, mas o tornado não era esperado. “Aqui no Brasil não temos aparelhagem para prever esse fenômeno. Se nos EUA, onde isso ocorre com frequência, já há uma certa dificuldade para anteceder a ocorrência de tornados, no Brasil, então, é praticamente impossível”, diz a meteorologista da Somar.
Mais um Tornado atinge o Brasil
O pastor chileno Ricardo Ossandon, de 51 anos, foi uma das testemunhas do tornado que atingiu a cidade de Taquarituba, no interior de São Paulo, na tarde do último domingo (22). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros de Avaré, foram confirmados 2 mortos, um adolescente e um motorista de ônibus, e mais de 60 feridos.
“Foi terrível, destruiu muita coisa. Casas, telhados, silos onde se armazena milho, cereais”, contou Ricardo, lembrando que estava acompanhado de alguns fiéis assim que o fenômeno ocorreu, a cerca de 1 km de distância.
O vento atingiu onde estávamos, mas o epicentro (sic) da coisa foi a 1 km de distância. Parecia que tinham bombardeado tudo”, contou o pastor.Ossandon relatou também que conhece quatro famílias que foram muito prejudicadas pelo fenômeno. “Conheço uma moça que caiu a casa inteira, outra a parede caiu em cima do carro, outro o telhado saiu e o João de Matos”, pontuou o senhor, relembrando que este último escapou por pouco ao se refugiar em um barraco, localizado próximo a um posto de gasolina que foi totalmente destruído elo tornado.
“João mora a uns 100 m do posto. Como na casa dele tem um barracão, ele estava lá na hora e começou a estourar os vidros, e então ele se trancou no banheiro. Quando saiu, estava tudo destruído”, contou o Ricardo, informando também que a mulher de João, Pâmela de Matos, teve o rosto machucado em consequência do fenômeno.
A advogada Tassiane conta que voltava de Carlópolis (PR), a 55 km de Taquarituba, quando percebeu a grande nuvem em formato de funil. "A gente estava seguindo pela estrada quando vimos a nuvem, estava muito baixa e seguia paralela à estrada. Só conseguimos ultrapassar a nuvem depois de um tempo, porque ela era muito grande e se movia com velocidade", relata.
Ao chegar à entrada de Taquarituba, o casal acabou entrando no meio da tempestade. "Não dava pra enxergar nada, tinha muita coisa voando, o barulho era terrível e o carro estava totalmente sem controle, mesmo em baixa velocidade. Entramos em desespero naquela hora, aí meu namorado deu meia volta e saímos de lá."
A advogada conta que os dois pararam em um posto de combustíveis até a nuvem se dissipar. Pouco tempo depois, ao voltar para a cidade, o cenário era de destruição. "Parecia cena de guerra. Tinha árvores e postes caídos, placas de sinalização retorcidas, telhas de zinco espalhadas por todo lugar. Vimos ônibus e caminhões tombados e a cobertura de um posto de combustíveis destruída. O mais impressionante é que não foram nem cinco minutos entre o tempo que a gente fugiu da tempestade até voltarmos e já estava tudo destruído."
Quase todos os reféns são libertados em shopping no Quênia, diz ministro

quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Crise na Europa gera maior queda de natalidade desde 2ª Guerra Mundial
A Grécia vive não apenas uma contração recorde de sua economia, mas também uma redução dramática de sua população. Dados divulgados pelo governo grego revelam que, em quatro anos, a taxa de natalidade de um dos países mais afetados pela crise na Europa foi reduzida em 10%.
Nenhum país europeu, desde a Segunda Guerra Mundial, registrou tal queda de nascimentos. Segundo os especialistas, não existem nem mesmo registros de quando tal fenômeno ocorreu pela última vez em um país em tempos de paz. Em 2008, 118 mil crianças nasceram na Grécia. Em 2012, esse número caiu para 100,9 mil.
Ninguém no governo hesita em apontar a crise econômica como principal responsável. “A queda de fertilidade é uma consequência natural da austeridade e das taxas sem precedentes de desemprego”, declarou Christina Papanikolaou, secretária-geral do Ministério da Saúde. “Esse é a outra imagem do espelho da crise que tirou 25% de nosso PIB”, disse.
A crise mudou a economia nos últimos cinco anos
A falência do banco Lehman Brothers em 15 de setembro de 2008 transformou a crise (até então) subprime numa crise financeira global. Decorridos cinco anos desse “dia D”, essa crise ainda não foi superada na perspectiva aqui defendida. Na realidade, nesse quinquênio, ela passou por uma metamorfose, que englobou diferentes fases. A primeira e mais aguda estendeu-se desta falência ao final de 2008 e se caracterizou pela virtual paralisia do sistema financeiro internacional, que contagiou praticamente todos os países avançados e emergentes. No caso desses últimos, um dos principais canais de transmissão foi a retração dos fluxos de capitais e as abruptas depreciações cambiais. Todavia, essa fase foi efêmera. Já no segundo trimestre de 2009, emergiu a segunda fase da crise caracterizada pela recuperação dos preços dos ativos e expectativas de retomada econômica, em função das políticas fiscais e monetárias anticíclicas adotadas na fase precedente. Nesse contexto, os fluxos de capitais começaram a fluir novamente para as economias emergentes em busca de ganhos especulativos num contexto de taxas de juros historicamente baixas, expansão da liquidez nos países centrais e redução da aversão aos riscos em âmbito global.
Assim, a própria metamorfose da crise deu origem, num curto período de tempo, ao quarto boom de fluxos de capitais e de apetite por riscos desde o colapso do regime de Bretton Woods. Como nos ciclos precedentes, os principais determinantes do retorno dos capitais estrangeiros para as economias emergentes foram os chamados push factors (fatores externos), sobretudo as condições monetárias frouxas nos países centrais e, em especial, no país emissor da divisa-chave, os Estados Unidos. Ademais, a dimensão inédita das ações anticíclicas (monetária e fiscal) conseguiu evitar a depressão, contribuindo para a rápida redução da aversão global ao risco, outro condicionante fundamental da dinâmica desses capitais. Nesse contexto, as operações de currency carry trade e arbitragem de juros ressurgiram com toda força. Esse boom se sustentou (embora permeado por períodos de desaceleração) na terceira fase da crise, que teve início no primeiro trimestre de 2010, com a eclosão da crise da área do Euro e a desaceleração econômica nos países avançados (que resultou em expectativas crescente de um double dip). No segundo trimestre de 2013 parece ter emergido uma quarta fase, marcada pela saída da recessão da área do Euro e pela alta das taxas de juros dos títulos de longo prazo do tesouro americano em resposta à sinalização do presidente do Fed, Ben Bernanke, de que dará início à desaceleração da política de afrouxamento quantitativo ainda esse ano
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Lista: os dez maiores preços de gasolina do mundo
magine encher o tanque do carro e deixar no posto nada menos que R$ 300. Essa é a realidade da Noruega, país com a gasolina mais cara do mundo — R$ 6,03 por litro, segundo levantamento da Bloomberg News referente ao terceiro trimestre de 2013. A pesquisa listou preços do combustível em 61 países. A gasolina brasileira é a 39º mais cara da lista, custando em média R$ 3,34 por litro. Já na Venezuela, abastecer o carro é quase de graça, apenas R$ 0,03 por litro.
Confira a seguir a lista dos dez maiores preços de gasolina do mundo:
1º Noruega - R$ 6,03/litro: Com a gasolina mais cara do mundo, o país impõe altos tributos sobre o produto para investir em serviços públicos. Atualmente, o fundo soberano da Noruega criado a partir desta arrecadação acumula US$ 760 bilhões. A alta do preço do combustível não é um problema para a população norueguesa, cuja renda média é a segunda maior do mundo. Mesmo com o combustível caro, o impacto sobre a renda da população é bem abaixo da média, com os custos da gasolina impactando apenas 0,92% dos ganhos diários norueguês.
2º Turquia - R$ 5,72/litro: Ao contrário da Noruega, a gasolina cara da Turquia pesa muito no bolso dos cidadãos. Para comprar um litro do combustível, os turcos precisam gastar, em média, 8,19% do salário de um dia de trabalho. Com uma estrutura tributária comprometida pelo alto grau de informalidade (40%), os impostos sobre o preço da gasolina na bomba encarecem o combustível, o segundo mais caro do mundo.
3º Holanda - R$ 5,35/litro: Com recessão econômica em oito dos últimos nove trimestres, a Holanda tem a terceira gasolina mais cara do mundo. Assim como nos outros países do "top 3", os impostos sobre o combustível são responsáveis por encarecer o preço na bomba. O país tem a maior carga tributária sobre o combustível da União Europeia e tem incentivado o transporta alternativo: a Holanda tem a maior taxa de bicicletas "per capita" do mundo.
4º Itália - R$ 5,16/litro: Enquanto a Holanda se destaca por suas bicicletas, a Itália é, tradicionalmente, um país apaixonado por carros. Na terra natal de montadoras como Fiat e Ferrari, o índice de posse de automóveis está entre os maiores do mundo. Em meio à crise, o país viu o preço da gasolina disparar, e a indústria automobilística perder força. Mas recentemente, o setor tem mostrado sinais de recuperação. Além disso, a gasolina ficou 3,5% mais barata em relação ao segundo trimestre.
5º Grécia - R$ 4,97/litro: Como uma das medidas para tentar recuperar o equilíbrio nas contas públicas, a Grécia tem elevado os impostos sobre a gasolina desde 2009. Com economia fragilizada, os altos preços têm o maior custo relativo para a população, de acordo com o ranking da Bloomberg. Por ano, os gregos gastam 4,48% da renda na bomba de gasolina.
6º Portugal - R$ 4,95/litro: Apesar do recuo ante o trimestre anterior, o preço da gasolina em Portugal diminuiu a um ritmo menor do que a média global. Os altos impostos sobre o combustível têm motivação ambiental e são aplicados desde 2001. Mais da metade (53%) do preço da gasolina é composto por tributos. Para tentar economizar, é comum que portugueses abasteçam na vizinha Espanha, onde o litro do combustível custa o equivalente a R$ 4,19.
7º França - R$ 4,87/litro: A França ocupa a sétima posição do ranking, mas a situação no país já foi pior. A indústria automobilística no país vive um momento semelhante ao da Itália. A gasolina francesa era a quinta mais cara no trimestre anterior, mas o preço do produto recuou 4,5% em três meses.
8º Hong Kong - R$ 4,86/litro: Apesar de fazer parte da China, Hong Kong tem constituição política de preços de gasolina independentes. E os números mostram situações bem distintas entre a região administrativa e o gigante asiático como um todo. Enquanto a oitava gasolina mais cara do mundo quase não pesa no orçamento das famílias de Hong Kong, com impacto de 0,4% da renda anual, na China, o custo de R$ 2,80 por litro consome 1,3% dos salários, por ano.
9° Suécia - R$ 4,85/litro: As tarifas de energia no país são sujeitas a impostos, principalmente para evitar a emissão de gases estufa, assim como em boa parte da Europa. A Suécia se destaca por ser líder na Europa no uso de biocombustíveis.
10º Bélgica - R$ 4,82: Com produção insignificante de petróleo, a maior parte do óleo que abastece a Bélgica é importada, o que contribui para pressionar os preços da gasolina, a décima mais cara do mundo. Assim como a Noruega, a combinação entre renda alta e baixo consumo faz com que o impacto do preço da gasolina seja menor que a média: 0,98% da renda anual.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Petrobras é espionada por papel chave na América do Sul, diz revista
A revista Forbes publicou um artigo nesta terça-feira 10 no qual tenta explicar o fato de a espionagem da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, em inglês) ter atingido a estatal brasileira Petrobras. Para o especialista em energia da publicação, Christopher Helman, a companhia tem papel chave na estabilidade da América do Sul. "Uma Petrobras mais fraca é um Brasil mais fraco, o que significa uma América do Sul menos estável. Isso não deveria ser do interesse da NSA?", afirmou.
Helman considera que a Petrobras é parte essencial da administração da presidenta Dilma Rousseff, além de ser a maior empresa do país e ter controle estatal.
Como argumento para a espionagem, o analista afirma que Dilma foi a responsável por estruturar a empresa desde 2003, quando assumiu o Ministério de Minas e Energia, ao qual a Petrobras é vinculada, e manteve essa função na Casa Civil no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
CPRH multa Complexo de Suape em R$ 2,5 milhões por crime ambiental

domingo, 8 de setembro de 2013
Atenção para o gabarito da prova de geografia 3º ano do Colégio Decisão Carpina
Saiu o tão esperado gabarito da prova de Geografia do 3º ano realizada dia 30 de agosto. Confiram e boa sorte a todos!!.
1º C
2º C
3º E
4º A
5º D
6º E
7º C
8º B
9º D
10º QUESTÃO ABERTA
Fenômeno astronômico permite ver planeta Vênus próximo da Lua
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Casa Branca divulga lista com 11 países do G-20 que apoiam ação na Síria
WASHINGTON - Os Estados Unidos divulgaram nesta sexta-feira, 6, uma lista com a assinatura de 11 países que apoiam uma "forte resposta internacional" à Síria após o uso de armas químicas no ataque de 21 de agosto. Segundo comunicado da Casa Branca, os países são Austrália, Canadá, França, Itália, Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Espanha, Turquia, Grã-Bretanha e EUA.
Os 11 países que assinaram o documento consideram que "as evidências claramente apontam o governo sírio como responsável" pelo massacre de agosto, no qual 1.429 pessoas morreram. O texto também destaca o respaldo desses países "aos esforços dos EUA e outros países para assegurar a proibição do uso de armas químicas".
Veja a carta que Gandhi enviou a Hitler

quinta-feira, 5 de setembro de 2013
G-20 se reúne na Rússia à sombra da Síria e da NSA
Os preparativos estão concluídos. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não poupou gastos nem esforços para ser o perfeito anfitrião da cúpula do G-20, que começa nesta quinta-feira 5 na cidade histórica de Strelna, às margens do Golfo da Finlândia, devidamente blindada de manifestantes.
As centenas de jornalistas convidados atravessarão o mar de barco, vindos de São Petersburgo, até o local da conferência. Sua tarefa é noticiar sobre uma cúpula harmônica, em que as 20 principais nações industrializadas e emergentes debaterão sobre como propiciar mais empregos e prosperidade para o mundo.
Isso é, pelo menos, o que Putin desejaria. O atual panorama dá motivos para antecipar que este sétimo encontro do G-20 será tudo, menos harmônico. O conflito em torno da Síria, apesar de não estar na pauta oficial, deve ser o tema dominante – à sombra também do mal-estar causado pelo escândalo em torno da NSA (Agência de Segurança Nacional americana).
A presidenta Dilma Rousseff já está na Rússia, e há rumores de que ela possa cobrar diretamente o presidente americano, Barack Obama, a explicar a denúncia de que a NSA monitorou sistematicamente as comunicações do Planalto. O Brasil exigiu de Washington um esclarecimento até o fim desta semana.
Encontros bilaterais em aberto. Como foi divulgado na sexta-feira, a União Europeia de fato não tencionava tematizar a crise da Síria em São Petersburgo. No entanto, o próprio Putin decidiu-se por discutir o assunto.
Permanece em aberto se haverá uma conversa a portas fechadas entre ele e Obama. O relacionamento entre os dois esfriou bastante desde o início das revelações feitas por Edward Snowden.
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